“Jango e Eu”: livro de memórias do período da ditadura é debatido em Macapá

“Aprendi prematuramente o que é perder a liberdade”, foi o que disse João Vicente Goulart durante o lançamento de sua obra “Jango e Eu: Memórias de um exílio sem volta”, que ocorreu na Livraria Leitura no shopping Amapá Garden, em Macapá, no último final de semana. O convite para o bate-papo democrático foi do senador Randolfe Rodrigues (REDE-AP) e da fundação Cláudio Campos.

Dezenas de pessoas estiveram no evento para ouvir algumas das histórias do autor, que é filho do ex-presidente do Brasil João Goulart e também dirigente nacional do Partido Pátria Livre (PPL). Aos 7 anos, João Vicente, filho de Jango e de Maria Thereza, foi, junto com a irmã Denize, testemunha e vítima das circunstâncias que levaram a família ao exílio. Agora, mais de 50 anos depois, João recupera as memórias de um período turbulento, desde a vida no Uruguai, onde foi alfabetizado, até a idade adulta. Longe de ser um livro de memórias, é um valioso registro sobre as consequências da perda das liberdades individuais e um lembrete para ficarmos sempre atentos aos rumos políticos do país, de maneira a assegurar a manutenção da democracia.

lancamento-jango-e-eu-macapa-1 lancamento-jango-e-eu-macapa-2 lancamento-jango-e-eu-macapa-3 lancamento-jango-e-eu-macapa-4 lancamento-jango-e-eu-macapa-5

 

CI aprova projeto de Randolfe que pode baratear passagens aéreas

O barateamento das passagens aéreas está cada vez mais próximo! Dessa vez, o Projeto de Resolução do Senado (PRS) 55/2015, de autoria do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), foi aprovado na Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI). A matéria, que fixa em 12% a alíquota de ICMS do querosene de aviação, segue para apreciação do Plenário do Senado Federal.

Atualmente, a alíquota varia de 3% a 27%, dependendo do estado em que a aeronave é abastecida. No Amapá, por exemplo, a taxa chega a 27%. A proposta de Randolfe Rodrigues é reduzir o custo das empresas aéreas com ICMS mediante a oferta de mais voos às cidades de pequeno e médio porte, como Macapá e outras do país: “As companhias terão um grande incentivo para ampliar as opções de voos. Queremos incentivar a abertura de mais voos e a redução dos preços das passagens aéreas no Amapá”, afirma o senador.

Durante a discussão da matéria, Randolfe, lembrou das dificuldades enfrentadas pela região Norte, que possui escassas ofertas de voo: “Na nossa região, o transporte aéreo não é objeto de luxo e sim uma questão de necessidade”.

Apoio ao Projeto PRS 55/2015

No começo do mês, a Associação Brasileira de Empresas Aéreas (Abear) divulgou documento em que se compromete a ofertar 198 novos voos em todos o Brasil, inclusive para cidades médias ainda não atendidas. A notícia foi divulgada na coluna “Poder em Jogo”, de Lya Medeiros, no Jornal O Globo.

Durante a audiência pública realizada em julho, o secretário de Política Regulatória da Aviação Civil do Ministério dos Transportes, Rogério Coimbra, destacou que quase 40% do custo das empresas aéreas que operam no Brasil é com combustível. E, segundo Coimbra, “a diferença nas alíquotas entre os estados cria ineficiência para o setor”.

Ao analisar – positivamente − o projeto, Coimbra completou: “A proposta é um item de bastante relevância para a aviação. Por isso o projeto, se for julgado procedente pelo Senado, tem o apoio do Ministério dos Transportes”.

Para o presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), Eduardo Sanovicz, o gasto com o combustível de aviação custa 38% de uma passagem aérea vendida no Brasil, enquanto esse índice no exterior está em torno dos 28%. Sanovicz destacou que o Brasil é o único país onde é cobrado um tributo regional sobre o combustível da aviação. O ICMS é um imposto estadual.

Sanovicz apoiou o projeto e afirmou que “a redução do ICMS pode levar à criação de 50 a 70 novos voos diários saindo das regiões Sul e Sudeste em direção ao Norte, Nordeste e Centro-Oeste”. Ele também afirmou que a aprovação do projeto levaria a uma “tendência de queda de preço”.

Roda de bate-papo e lançamento do livro “Jango e Eu” em Macapá

O senador Randolfe Rodrigues (REDE-AP) e a Fundação Cláudio Campos convidam a todos para o lançamento do livro “Jango e Eu: Memórias de um exílio sem volta”, de João Vicente Goulart, na próxima sexta-feira (27), às 19h, na Livraria Leitura do shopping Amapá Garden. O livro está entre os dez indicados ao prêmio Jabuti de Ouro.

João Vicente Goulart, dirigente nacional do Partido Pátria Livre (PPL), é filho do ex-presidente do Brasil, João Goulart, o Jango, como aprendemos nas aulas de história. Ele conta no livro o que não se sabe nos registros históricos. Agora, mais de 50 anos depois, João recupera as memórias de um período turbulento, desde a vida no Uruguai, onde foi alfabetizado, até a idade adulta.

Em uma rodada de bate-papo aberta ao público em geral, o autor da obra promete tratar sobre diversos assuntos. Os livros poderão ser adquiridos no evento e ali mesmo autografados.

 

SINOPSE

O golpe e o exílio contados pelo filho de João Goulart. Aos 7 anos, João Vicente, filho de Jango e de Maria Thereza, foi, junto com a irmã Denize, testemunha e vítima das circunstâncias que levaram a família ao exílio. Agora, mais de 50 anos depois, João recupera as memórias de um período turbulento, desde a vida no Uruguai, onde foi alfabetizado, até a idade adulta. Neste inventário afetivo da família Goulart, o registro histórico se relaciona ao pessoal. A incerteza, a falta de notícias, a difícil adaptação ao cotidiano uruguaio. O terrível momento no qual ficou claro que o golpe era muito mais do que uma quartelada – e que duraria décadas. O avanço dos governos totalitários nas Américas. O fim da relativa liberdade com a queda da democracia uruguaia, no início da década de 1970, e a subsequente mudança dos Goulart para a Argentina. Os encontros com Paulo Freire, Glauber Rocha, Juan Domingo Perón, entre outros amigos ilustres de Jango. Mais do que um livro de memórias escrito pelo filho de João Goulart, este é um valioso registro sobre as consequências da perda das liberdades individuais e um lembrete para ficarmos sempre atentos aos rumos políticos do país, de maneira a assegurar a manutenção da democracia.

 

 

Randolfe participa de comemoração pelos 116 anos do município do Amapá

O senador Randolfe Rodrigues (REDE-AP) participou do evento que marcou os 116 anos do município de Amapá, relembrando um pouco da história de como começou o nosso estado, quando a cidade foi capital do Território Federal do Amapá. O senador ainda falou sobre as emendas destinadas ao município para desenvolver principalmente a área da saúde, como o recurso no valor de R$78 mil utilizado para aquisição de uma ambulância e outros R$100 mil que foram aplicados na reforma da Unidade Básica de Saúde.

Na oportunidade, ainda foi assinado um acordo de cooperação técnica para implementação do Polo de Apoio Presencial da Universidade Estadual do Amapá (UEAP) no município. Na atividade estiveram presentes várias autoridades como o prefeito da cidade, Carlos Sampaio, o governador do Amapá, Waldez Góes, o senador Davi Alcolumbre e demais deputados federais e estaduais, bem como os vereadores do município.

 

 

Randolfe reafirma compromisso com comunidades tradicionais

O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) reuniu-se com representantes das comunidades do Curiaú, Casa Grande, Curralinho e Quilombo do Rosa, junto com o coordenador do Instituto Municipal de Políticas de Promoção da Igualdade Racial de Macapá (IMPROIR), Maykom Magalhães, no final da tarde de sexta-feira (20).

A comunidade pediu apoio para buscar mais informações sobre a possível construção de um porto na Área de Proteção Ambiental do Curiaú. “Não vamos permitir que façam qualquer coisa sem conversar com a gente antes”, denunciou Geovana do Rosário Ramos, do Quilombo do Curiaú.

O senador Randolfe propôs uma grande audiência com todos os envolvidos, inclusive com a presença dos Ministérios Públicos Estadual e Federal, para saber do que se tratam as obras em andamento na área. “Sou a favor do desenvolvimento econômico, mas este deve ser sustentável: observar a lei, não atingir as comunidades tradicionais e respeitar o meio ambiente”, explicou.

A audiência ficou agendada para o dia 10 de novembro, às 9h, no Museu do Curiaú.

Randolfe Rodrigues: é do Amapá o melhor senador do Brasil

O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) foi escolhido mais uma vez como o melhor senador do Brasil, na avaliação de jornalistas que cobrem o Congresso Nacional. O resultado foi anunciado na noite desta quinta-feira (19) durante a festa do Prêmio Congresso em Foco 2017. O senador também foi destaque nas demais categorias.

Randolfe recebeu 50 dos 73 votos de jornalistas de 45 veículos de comunicação que acompanham a rotina do Congresso Nacional. Em discurso, Randolfe afirmou que, diante do atual momento de crise política vivenciado no país, a premiação reafirma suas convicções. “Eu creio no Estado Democrático de Direito. A democracia é o pior dos regimes salvo todos os outro, não há vida fora do Estado Democrático de Direito. […] A corrupção não corrompe somente o Estado, corrompe a sociedade e as gerações”, ressaltou.

Randolfe também recebeu 19.321 votos populares na internet e ficou em 5º lugar na opinião dos internautas. Obteve também o 3º lugar entre todos os parlamentares (senadores e deputados), na categoria “Combate à corrupção e ao crime organizado”, segundo os jornalistas, e o 10º no voto popular. Além disso, ficou em 12º lugar na opinião popular nas categorias “Ações em defesa da seguridade social” e “Ações em defesa da agropecuária”.

O resultado de toda a premiação pode ser conferido no link: http://congressoemfoco.uol.com.br.

Randolfe Rodrigues: é do Amapá o melhor senador do Brasil

O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) foi escolhido mais uma vez como o melhor senador do Brasil, na avaliação de jornalistas que cobrem o Congresso Nacional. O resultado foi anunciado na noite desta quinta-feira (19) durante a festa do Prêmio Congresso em Foco 2017. O senador também foi destaque nas demais categorias.

Randolfe recebeu 50 dos 73 votos de jornalistas de 45 veículos de comunicação que acompanham a rotina do Congresso Nacional. Em discurso, Randolfe afirmou que, diante do atual momento de crise política vivenciado no país, a premiação reafirma suas convicções. “Eu creio no Estado Democrático de Direito. A democracia é o pior dos regimes salvo todos os outro, não há vida fora do Estado Democrático de Direito. […] A corrupção não corrompe somente o Estado, corrompe a sociedade e as gerações”, ressaltou.

Randolfe também recebeu 19.321 votos populares na internet e ficou em 5º lugar na opinião dos internautas. Obteve também o 3º lugar entre todos os parlamentares (senadores e deputados), na categoria “Combate à corrupção e ao crime organizado”, segundo os jornalistas, e o 10º no voto popular. Além disso, ficou em 12º lugar na opinião popular nas categorias “Ações em defesa da seguridade social” e “Ações em defesa da agropecuária”.

O resultado de toda a premiação pode ser conferido no link: http://congressoemfoco.uol.com.br