Ministro Mercadante quer incentivar ações na área de ciência e tecnologia no Amapá

O senador Randolfe Rodrigues foi recebido nesta semana pelo ministro da Ciência e Tecnologia, Aloízio Mercadante. Durante a conversa, o senador e o ministro abordaram temas referentes a área e demonstraram a total disposição em estabelecer parcerias para o desenvolvimento de ações voltadas para a área educacional, tecnológica e econômica no Amapá.

Mercadante ressaltou a importância da popularização da ciência em todo o Brasil, além de enfatizar programas e ações do ministério de incentivo ao desenvolvimento das regiões, inclusive por meio da apresentação de emendas que podem ser apoiadas pela pasta na área de inclusão social. Também mostrou os investimentos feitos pelo ministério no estado, nos últimos anos.

Segundo o ministro, é fundamental que o Amapá comece a desenvolver ações que incentivem arranjos produtivos locais. Como por exemplo, na área educacional, formando profissionais em áreas relacionadas a vocação da região. Para o Senador o desenvolvimento tecnológico e cientifico do estado do Amapá é urgente,  para que o estado cresça, se desenvolva e contribua com a geração de emprego e renda para a população.

Banda Larga – O ministro da ciência e tecnologia se comprometeu em dar o apoio necessário para investimentos que viabilizem a Internet Banda Larga no estado. Randolfe fará contato com o presidente da Telebrás, Caio Bonilha, para colher informações dos estudos técnicos já realizados pela Telebras. Desta forma é possível saber de que forma o MCT poderá ser parceiro nas ações já em curso para a chegada da banda larga no estado.

Randolfe: Brasil precisa investir em telefonia e internet se quiser ser país soberano

Da Agência Senado: O senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) afirmou, em discurso nesta quinta-feira (18), que o país deve investir nas comunicações, e colocá-las, assim, a serviço do desenvolvimento soberano do país.

– No século 21 não é possível uma nação se colocar soberanamente no mundo se não tiver uma rede de informação estatal, se não tiver o aperfeiçoamento do tratamento de informações reservadas, se não tiver uma ágil rede de comunicações.

Randolfe mencionou os recém-divulgados dados do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea) sobre a economia brasileira, que trazem números positivos, mas evidenciam que as exportações ainda estão muito concentradas em produtos primários.

Para mudar essa situação, continuou, é indispensável que o governo tome a iniciativa de enfrentar a crise econômica com o intuito de fortalecer o Brasil em contexto mundial, investindo, para isso, na Telebras, para que ela leve adiante o Plano Nacional de Banda Larga e ofereça internet a todos os brasileiros, no caminho de “protagonismo do Estado”.

– Não podemos cumprir um papel na ordem econômica mundial que se está desenhando, como já foi dito anteriormente, inclusive em feliz artigo, pelo economista Delfim Netto, para ser, na nova ordem mundial do trabalho e do capital, um mero exportador de matéria-prima, um mero exportador de commodity – alertou.

Os estudos mencionados pelo senador demonstram que a oferta de banda larga impacta diretamente no crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). A cada 10% de aumento de penetração de acesso à internet, há 1,4% de aumento do PIB. Ter internet banda larga com qualidade e baixo custo significa inserir as empresas na ponta da inovação e garantir aos brasileiros um direito fundamental, acesso à tecnologia da informação, afirmou. Para Randolfe, ter direito à internet rápida e barata é semelhante ao direito a saúde, educação e saneamento.

Mas para obter tudo isso, opinou, o Brasil precisa voltar a investir na Telebras como instrumento de políticas públicas e regulação econômica do setor, como promotora de franca competição e atendimento às necessidades das diversas localidades em que a empresa tem condições de atuar.

Quanto à telefonia, o senador lamentou a má qualidade dos serviços e os altos preços praticados no país.

– Das 70 economias mais emergentes do mundo, a nossa tem a conta média de telefonia celular mais cara. Em média, nós pagamos US$ 28. Na Índia, para se ter uma idéia, se pagam US$ 5, em média, pela tarifa de telefonia celular. Na China, nem se chega a esse preço – informou.

Além disso, deve investir também em satélites, pois o Brasil abriu mão dessa tecnologia da década de 1990, com as privatizações, salientou.
Da Redação / Agência Senado

Randolfe articula encontro de Bonilha com provedores do Amapá pela banda larga

A mobilização do Senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) para o acesso à internet banda larga no Amapá de qualidade, rápida e barata continua. Nesta quinta-feira (04), ele realizou duas reuniões para que o processo de implantação da banda larga no estado consiga cumprir o cronograma previsto pela Telebras.

O primeiro encontro foi com o presidente da Telebras, Caio Bonilha. O senador recebeu informações detalhadas sobre as medidas em curto e longo prazo da Telebras para a oferta do serviço, além do cronograma de atividades das obras a abrangência e a capacidade da rede quando ela for disponibilizada.

A partir dessas informações, o senador amapaense definiu com Bonilha uma agenda em Brasília, ainda em agosto, entre o presidente da Telebras e os representantes dos provedores do Amapá.

“É importante que todos conheçam o projeto e fiquem cientes que após a conclusão das obras, a internet a preço de PNBL poderá ser oferecida por qualquer um deles, desde que os provedores aceitem o preço de negociação do Plano Nacional de Banda Larga”.

TCU- A segunda reunião em prol da banda larga no Amapá,  foi com o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), José Jorge, e contou com a presença do Senador Randolfe, os deputados federais  Sebastião Balarocha e Vinicius Gurgel, além da assessora da deputada Fátima Pelaes, Regina Froes.

O ministro do TCU determinou a paralisação do trecho Norte das obras para colocação dos cabos de fibra ótica, que irão possibilitar a chegada da banda larga. O processo aponta problemas nos valores da obra. Randolfe solicitou que a deliberação sobre o processo seja colocada na pauta de votações do TCU da próxima semana. O pedido será atendido pelo ministro José Jorge.

Entenda os primeiros passos da Banda Larga no Amapá

Nesta semana, o Ministro das Comunicações, Paulo Bernardo e o presidente da Telebrás, Caio Bonilha, assinaram um Acordo de Cooperação Técnica entre a Telebrás e a Eletronorte para o compartilhamento de infraestruturas. Com isso, em breve o povo amapaense terá acesso à internet banda larga de qualidade e com baixo custo.

A luta para a concretização dessa idéia foi uma das primeiras batalhas assumidas pelo Senador Randolfe Rodrigues. Porém a articulação também contou com o empenho do governo do estado e da bancada amapaense no Congresso, além é claro, da torcida de toda a população do estado que sofre com o acesso limitado à internet. Segundo dados do governo federal, o Amapá tem a pior cobertura de rede do país.

Entenda agora cada passo dessa articulação nos últimos cinco meses:

Março de 2011 – O Governador do Amapá, Camilo Capiberibe, reúne-se com o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo em Brasília. Na ocasião, o governador acerta com Paulo Bernardo, um aporte de R$14 milhões do ministério para que a banda larga fosse implantada no estado por meio de uma parceria dos governos estadual e federal, com a empresa OI.

No final do mês, o Senador Randolfe Rodrigues reúne-se com o presidente da Telebrás na época, Rogério Santanna, que fala de seu interesse em agilizar os processos de implementação da banda larga para os estados do norte. Randolfe considera muito interessante a proposta de Santanna que é a de fortalecer a Telebrás, fechando parcerias com os estados que possibilitem a oferta pelo preço de PNBL, além de evitar que a população ficasse refém das grandes empresas privadas do setor.

Abril de 2011- Depois de interessar-se pela proposta, o Senador convidou o governador do Amapá para uma reunião com Rogério Santanna, em Brasília. Durante o encontro, Rogério Santanna explicou as possibilidades para que a Telebrás e o governo estadual pudessem por em prática a idéia de levar internet para o Amapá, por meio de parceria com a empresa pública.  A partir dessa reunião foi formado um Grupo de Trabalho que realizou a primeira reunião em Macapá. O Grupo contava com representantes  da Telebrás, Adap, CEA, Setec, Seicom e Setrap.

No final de abril foi aprovado pelo Plenário do Senado um Requerimento de autoria do Senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) que pedia informações ao ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, sobre as ações de implementação do Plano Nacional para Banda Larga, relativas ao Estado do Amapá.

Maio de 2011- Randolfe convidou o diretor Geral da Brasnet Online Telecomunicações – BNO, Fábio Souza, para também reunir-se com o presidente da Telebrás, Rogério Santanna, em Brasília. A BNO integra um consórcio com a NTC, que disponibiliza serviços banda larga no estado do Amapá. O Consórcio manifestou o interesse em oferecer internet ao estado pelo preço de PNBL, ou seja, por um preço menor à população. Rogério Santanna animou-se com o interesse da empresa de estabelecer parceria com a Telebrás e expôs ao representante da BNO quais seriam as possibilidades de concluir essa parceria a longo prazo.

No final do mês, o gabinete do Senador Randolfe Rodrigues recebe as informações solicitadas no requerimento encaminhado ao Ministério das Comunicações.

Junho de 2011 – No começo do mês é realizada a segunda reunião do Grupo de Trabalho formado para acelerar os estudos de implantação da internet banda larga no Amapá, por meio de parceria com a Telebrás. Desta vez a reunião ocorreu em Brasília. O diretor do Processamento de Dados do Amapá (Prodap), José Alípio Júnior, participou da reunião técnica na Telebrás.  Na ocasião, a Telebrás fez uma apresentação detalhada sobre o projeto de banda larga, apontando as alternativas para acelerar o processo de implantação no Estado. A equipe técnica do Prodap fez a exposição do trabalho, desenvolvido anteriormente pela comissão de banda larga do Centro e pela Agência de Desenvolvimento do Amapá (Adap).

Julho de 2011 – O Senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) é convidado por Caio Bonilha, presidente da Telebrás, para participar da solenidade de assinatura de um Acordo de Cooperação Técnica entre a Telebrás e a Eletronorte para o compartilhamento de infraestruturas. Com essa parceria, finalmente será possível viabilizar a internet banda larga para o Amapá pelo preço do Plano Nacional de Banda Larga – PNBL, isto é, R$ 35.  Também participaram da solenidade os deputados federais Sebastião Balarocha (PDT-AP) e Dalva Figueiredo (PT-AP)

Na próxima semana, os representantes do consórcio NTC/BNO serão convidados pela Telebrás para uma reunião, onde será oferecido a eles a possibilidade de estabelecer parceria com a empresa pública e assim oferecer  internet  banda larga também pelo preço do PNBL ao Amapá.

 

Telebras e Eletronorte realizam convênio para trazer banda larga para o Amapá

Trabalho de Randolfe e da bancada garante banda larga a preços populares ainda este ano

Um dia de muita comemoração para o estado do Amapá. O Senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) participou nesta quarta-feira (13) da solenidade de assinatura de um Acordo de Cooperação Técnica entre a Telebrás e a Eletronorte para o compartilhamento de infraestruturas. Com essa parceria, finalmente será possível viabilizar a internet banda larga para o Amapá pelo preço do Plano Nacional de Banda Larga – PNBL, isto é, R$ 35. Para o Senador Randolfe Rodrigues é a vitória daqueles que apostaram na Telebrás e hoje puderam ver o primeiro passo para uma internet rápida, de qualidade e acessível para toda a população do estado.

“Com a assinatura desse convênio, foi dado um passo gigantesco para terminarmos com o isolamento da internet banda larga no Amapá, e isto, foi uma aposta minha e da bancada do Amapá desde o início. Apostamos em uma empresa pública que é do estado brasileiro. Pois somente uma empresa pública, tem o entendimento de que internet é uma necessidade e um direito básico da população”, enfatizou Randolfe.

Pelo acordo assinado hoje, a Telebrás poderá utilizar o linhão de transmissão da Eletronorte que chega até Belém (PA). Com isso, na próxima semana, a Telebrás deverá entrar em contato com os representantes do Consórcio BNO-NTC, para oferecer a eles a internet pelo preço do PNBL, que poderá ser comercializado ao povo amapaense de maneira imediata. Os representantes desse consórcio reuniram-se com a diretoria da Telebrás, em maio desse ano, a convite do senador Randolfe e manifestaram o interesse em oferecer internet no estado pelo preço do PNBL.

O consórcio já disponibiliza os serviços de banda larga no estado do Amapá, porém a ligação é feita por via terrestre, através de rádios de última geração, desde a cidade de Belém até Macapá. Com a infraestrutura oferecida pelo acordo, poderá fechar a parceria com a Telebrás.

Com a utilização do linhão da Eletronorte será possível a ligação até o município de Calçoene. Entre agosto e setembro, o ministro Paulo Bernardo, e o presidente da Telebrás, Caio Bonilha, estarão no Amapá e devem anunciar pessoalmente a liberação de aproximadamente R$ 230 milhões para que essa ligação possa chegar até o Oiapoque.

Na solenidade, o ministro das comunicações, lembrou do incansável esforço do senador Randolfe na busca de alternativas para viabilizar a banda larga no Amapá. “Senador Randolfe o senhor achava que estava me cobrando demais, mas a presidenta Dilma me cobrava mais ainda. Queremos ir ao Amapá em breve. Esses termos assinados hoje terão grande repercussão no atendimento da internet na região norte, onde reconhecemos que há um verdadeiro apagão”. O presidente da Telebrás, Caio Bonilha, também agradeceu a presença do senador e seu apoio à Telebrás desde o começo das tratativas.

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