Senador Randolfe participa da 1ª Conferência Municipal da REDE em Santana

Senador Raandolfe fala em discurso no Seminário da Rede Municipal Amapá

O Senador Randolfe Rodrigues (REDE-AP) participou neste sábado (3) da 1ª Conferência Municipal da REDE Sustentabilidade em Santana. O evento ocorreu no Auditório do Instituto Federal do Amapá (Ifap), no campus da cidade. O encontro debateu sobre a conjuntura política no Brasil e no Amapá.

Além do congressista, foram debatedores na Conferência o prefeito de Macapá, Clécio Luís (REDE-A), o presidente do Partido Pátria Livre (PPL), Charles Chelala, o vereador da capital amapaense, professor Rodrigo (REDE-AP), vereador de Santana, Dr. Fabiano Leandro (PR), o presidente municipal do PC do B, Ney Monte, além de lideranças políticas santanenses. A palavra também foi dada a jovens presentes no evento, que expuseram suas opiniões sobre o cenário político da cidade.

A plenária foi organizada pelo ex-vereador de Santana e atualmente subsecretário na Secretaria Municipal de da Assistência Social e do Trabalho (Semast) de Macapá, Richard Madureira, com o apoio do Diretório da REDE Amapá.

Sobre o comparecimento da população à conferência em Santana o senador Randolfe Rodrigues falou: “isso é ótimo e parabenizo o nosso companheiro Richard, a principal liderança do nosso partido aqui, pela sua capacidade de organização e articulação para que num sábado à tarde, num momento de grande descrença das pessoas com a política brasileira, o público compareça a fim de discutir os rumos do seu futuro”.

Durante essa roda de conversa, o prefeito de Macapá falou sobre a importância da construção de alianças para Macapá, Santana e demais cidades do Estado. Clécio Luís enfatizou a importância de Randolfe na política do país, que passa por uma profunda crise, em que o senador é um baluarte da resistência ao Governo do presidente Michel Temer.

“Randolfe Rodrigues não é somente o melhor senador do Brasil, mas um personagem da história, pois após a Ditadura, este é o momento mais grave do Brasil”, frisou o prefeito de Macapá.
Na ocasião, Randolfe ressaltou que a corrupção denunciada e obstrução da Justiça feita por Michel Temer, que resultaram nos 16 pedidos de impeachment contra o presidente do Brasil protocolizados desde o início dessa crise, mostra que já passou da hora dele deixar o Governo.

“O presidente não tem mais condições de governar. E não é somente o fim do governo Michel Temer a melhor solução para essa crise. É preciso chamar o povo brasileiro a escolher seu representante”, comentou o senador.
“Portanto, a emergência da hora é tirar este presidente, com conduta criminosa comprovada. Somente assim o Brasil sairá da crise. Fora Temer e Diretas já”, concluiu.

A REDE no Amapá

A REDE conta com 1.300 filiados no Amapá. Além do senador, a agremiação possui um prefeito (Clécio Luís de Macapá), uma vice-prefeita (Ângela Avelar) e sete vereadores (três deles na capital amapaense).

Auditório do Seminário da Rede Amapá

Senado aprova MP que garante reajuste salarial e resolve pendências de servidores do ex-território

Senador Randolfe Rodrigues na Tribuna do Senado

O Plenário aprova Medida Provisória 765/2016, que concede reajustes a servidores federais e reestrutura cargos e carreiras do serviço público. Vai à sanção presidencial.

A notícia é excelente para os servidores do Estado, em especial, para os professores, policiais civis, fiscais de tributos, servidores da SEPLAN, Controladoria, engenheiros, arquitetos e economistas. O Senado Federal aprovou a MP 765/2016, que reajusta a remuneração desses servidores e de outras seis categorias.

A emenda de n.º 200, de autoria do Senador Randolfe Rodrigues (REDE-AP), assegura o direito aos professores do ex-Território do Amapá, e os professores da transposição (EC 79 de 2014), de optarem pelo Plano de Cargos do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (EBTT).

Outras emendas as de n.ºs 195, 198 e 203, também de Randolfe , beneficiam fiscais de tributos, engenheiros, economistas, estatísticos, arquitetos e geólogos do ex-Território.

A aprovação da MP regulamenta, ainda, a situação remuneratória dos servidores da SEPLAN e Controladoria “é uma grande vitória porque eles esperam por esse direito há mais de 5 anos” comemorou o senador.

Consta ainda na Proposta um dispositivo que atribui competência à Comissão de Transposição do Ministério do Planejamento para fazer o enquadramento da carreira de policial civil daqueles servidores que exerciam função policial, na Secretaria de Segurança do Amapá na época do ex-território. Para isso a Comissão terá um prazo de prazo de 120 dias.

A aprovação da MP foi uma intensa ação do mandato do senador Randolfe para resolver pendências existentes há muitos anos e ele vai continuar atuando “Vamos manter a mobilização para que essas conquistas aprovadas aqui no Congresso sejam sancionadas sem veto pela Presidência da República” disse.

Relatório de Randolfe que extingue o foro privilegiado para mais de 54 mil autoridades é aprovado no Senado

O Plenário do Senado aprovou a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 10/2013, que extingue o foro especial por prerrogativa de função para autoridades, mais conhecido como foro privilegiado. A proposta, que segue para a Câmara, prevê que mais de 54 mil agentes públicos passarão a ser julgados pela justiça de primeira instância em caso de crime comum.

O relator da PEC, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), disse que a aprovação é um grande avanço “republicano e democrático”. Ele observou que a medida, quando for aprovada em definitivo, se aplicará imediatamente a todas as autoridades que são alvo de investigações em curso, uma vez que é uma mudança de natureza processual.

O senador Randolfe reforçou que, apesar de ter sido um grande passo, a pressão continua agora em cima da Câmara. “A Câmara tem que dizer se vai atender o anseio da sociedade ou não e terá que responder concretamente se quer acabar com esse privilégio para os parlamentares e demais autoridades. Essa pressão popular, que sentimos aqui no Senado, tem que continuar lá com os deputados para que a proposta seja aprovada”.

A proposta acaba com o foro privilegiado em caso de crimes comuns para deputados federais e estaduais, senadores, ministros de estado, governadores, prefeitos, ministros de tribunais superiores, desembargadores, embaixadores, comandantes militares, integrantes de tribunais regionais federais, juízes federais, membros do Ministério Público, procurador-geral da República e membros dos conselhos de Justiça e do Ministério Público.

Dessa forma, todas as autoridades e agentes públicos hoje beneficiados pelo foro responderão a processos iniciados nas primeiras instâncias da Justiça comum. As únicas exceções são os chefes dos três poderes da União (Executivo, Legislativo e Judiciário) e o vice-presidente da República.
A PEC também inclui expressamente no art. 5º da Constituição a proibição de que seja instituído qualquer outro foro por prerrogativa de função no futuro.

Segundo estudo da Consultoria Legislativa do Senado, atualmente mais de 54 mil pessoas são beneficiadas por alguma forma de foro privilegiado. Confira aqui como os foros especiais são distribuídos atualmente.

Votação

O autor da PEC foi o senador Alvaro Dias (PV-PR), que classificou o foro privilegiado como um “instituto da impunidade” que ainda persiste na Constituição brasileira. Ele disse também que o foro facilita a prescrição de ações. O senador citou estudo recente da Fundação Getúlio Vargas (FGV) que mostra que, entre 2011 e 2016, menos de 1% das ações contra autoridades no Supremo Tribunal Federal (STF) resultou em condenação, e 68% não tiveram conclusão.

— [Extinguir o foro] é não só um respeito à norma constitucional que impõe que somos todos iguais perante à lei. É em nome da eficiência, da agilidade e, sobretudo, em respeito ao que deseja o povo brasileiro.
Alvaro destacou, ainda, que o Senado deu “o primeiro passo” pelo fim do foro especial e que o tema depende, agora da Câmara dos Deputados. Ele afirmou que os líderes partidários e o presidente da casa, Eunício Oliveira, têm a missão de garantir que a PEC tenha resolução rápida e sem alterações na Câmara.

A votação da PEC 10 foi unânime: dos 70 senadores que votaram, todos aprovaram a proposta e segue agora para análise da Câmara dos Deputados, onde precisará passar por dois turnos de votação.

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Relatório de Randolfe que proíbe eliminação de cães e gatos é aprovado na CAS

Vetor de cão e gato com texto escrito comissão do Senado aprova roejto que proibe a eliminação de cães e gatos por órgãos de controle

O relatório do Senador Randolfe Rodrigues (REDE-AP), favorável ao Projeto de Lei da Câmara 17/2017, que proíbe a eliminação de cães e gatos por órgãos de controle de zoonoses, canis públicos e estabelecimentos semelhantes, foi aprovado nessa quarta-feira (31) pela Comissão de Assuntos Sociais. A matéria segue agora para deliberação do Plenário.

No texto, fica proibida a eliminação de cães e gatos ressalvados casos de eutanásia, para evitar sofrimento dos animais. Para Randolfe, a proposta é de extrema relevância para o bem-estar dos animais e proteção à saúde humana“ Precisamos zelar e proteger aqueles que não conseguem pedir nossa ajuda. É um grande passo pela proteção e zelo dos animais”.

Os animais em Macapá

De acordo com a chefe da Divisão de Zoonoses de Macapá, Pamella Semblano, estima-se que são aproximadamente 51.200 animais – entre cães e gatos- na capital amapaense.

Segundo a presidente da ONG Anjos Protetores, que se dedica a cuidar de animais de rua Macapá, Laudenice Monteiro, com o projeto do senador Randolfe, será mais fácil proteger cães e gatos da cidade.

“Nossa ONG não compactua com o sacrifício de animais. Nosso foco é recuperar os cães e gatos com tratamento adequado e alimentação saudável. Já resgatamos cachorros em estado deplorável, desnutridos, com doenças graves e conseguimos salvá-los da morte. O poder público tem que caminhar neste sentido, que é destinar um espaço estruturado para abrigar os animais de rua e trabalhar campanha de adoção. Com o profeto do senador, os centros de zoonoses serão obrigados a fazer a castração e trabalhar sobre a posse responsável (adoção) destes animais. Estamos felizes pela medida, agora é fiscalizar a sua aplicação”, pontuou Laudenice Monteiro.

Decisão judicial: após empenho de Randolfe, empresas terão que concluir Estudo de Impacto Ambiental em Ferreira Gomes

Senador Randolfe Rodrigues reunido com moradores de Ferreira Gomes
Após seis anos do consórcio para as empresas Ferreira Gomes Energia S.A. e Alupar Investimentos S.A instalarem a hidrelétrica no município de Ferreira Gomes e da luta do Senador Randolfe Rodrigues (REDE-AP) para que estas empresas cumprissem suas obrigações junto ao município e seus moradores, finalmente a justiça obrigará que o empreendimento conclua seu Estudo de Impacto Ambiental na região. A medida será possível graças a suspeição ajuizada pelos Ministérios Públicos. Agora, as empresas terão que concluir suas obrigatoriedades.

Em 4 de novembro de 2010, o Ministério Público Federal e o Ministério Público Estadual solicitaram à Justiça Federal no Amapá o pedido de antecipação total dos efeitos da tutela, para que fosse suspensa a licença prévia e a anulação da licença de instalação em favor dos empreendimentos da construção das hidrelétricas. Assim como a suspensão dos efeitos do Leilão nº 003/2010 da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).

Na época, a Justiça Federal decidiu pela continuidade das obras, os estudos não foram considerados e/ou suficientemente esclarecidos os possíveis impactos ambientais no baixo curso do rio Araguari.

A decisão apontava que a instalação do empreendimento no rio Araguari não afetaria o fenômeno da pororoca e nem causaria grandes impactos ambientais. “… foi esclarecido pelos órgãos e empresas envolvidos na questão que essa hidrelétrica gerará divisas para o Estado do Amapá e trará benefícios para a população. Por outro lado, ressaltou-se que a construção dessa hidrelétrica não provocará consequências negativas para a foz do rio e tampouco para o fenômeno da pororoca…”, diz um trecho da sentença emitida em 2010.

Uma exceção de suspeição foi ajuizada pelos Ministérios Públicos e aceita pela Justiça Federal.

Luta antiga do senador Randolfe

O senador Randolfe Rodrigues avalia que as consequências da continuidade das obras foram o aumento da pobreza, mortandade de peixes, consequências sociais, econômicas e ambientais para as comunidades que vivem às margens do Rio Araguari, onde foi instalada a hidrelétrica.

Em 7 de novembro de 2011, Randolfe reuniu com lideranças populares em Ferreira Gomes para ouvir a pauta de reivindicações sobre o não cumprimento, por parte das empresas Ferreira Gomes Energia S.A. e Alupar Investimentos S.A, das medidas condicionantes em favor da comunidade, em face da construção da Hidroelétrica Ferreira Gomes. O encontro aconteceu na Igreja da Imaculada Conceição, quando o senador se comprometeu em levar os anseios dos moradores à direção das empresas.

Randolfe Rodrigues comemorou a decisão judicial, já que a medida foi uma de suas bandeiras de luta no Senado Federal ao longo destes seis anos.

“O rio Araguari tem sido vítima de uma série de crimes, tais como o deslocamento da pororoca do seu eixo, fazendo com que ela passasse a desaguar no arquipélago de Bailique, trazendo sérias consequências para a comunidade daquela região. Também por três vezes, entre 2014 e 2015, enormes mortandades de peixes. Isso sem falar nos impactos sociais, econômicos, entre outros males curiosamente ocorridos após a instalação da hidrelétrica em Ferreira Gomes. Agora, após anos de nossa luta, queremos a conclusão do Estudo de Impacto Ambiental e, se for o caso, responsabilizar as empresas pelos tristes fatos ocorridos naquela região e aos amapaenses que lá residem”, enfatizou Randolfe Rodrigues.

Senador Randolfe Rodrigues visita moradores de Ferreira Gomes

Randolfe garante a liberação R$ 1,3 milhão em emendas de sua autoria para a Saúde de Macapá

UBS reformada com emenda do senador Randolfe

O município de Macapá receberá mais de R$ 1.310.000,00 (um milhão, trezentos e dez mil reais) fruto de emendas parlamentares do senador Randolfe Rodrigues (REDE-AP). O dinheiro já foi liberado e autorizado para uso da Prefeitura da capital amapaense.

Cabe agora à Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) realizar a licitação para aquisição de equipamentos e serviços. Os recursos contemplarão quatro Unidades Básicas de Saúde (UBSs), três das quais – a unidade Pedro Barros Monteiro, no distrito de Fazendinha; a unidade da comunidade de Torrão do Matapí; e a do bairro Marabaixo – receberão juntas R$ 869.880,00 para a compra de equipamentos. Além delas, a UBSs da Vila Progresso, no distrito do Bailique, receberá R$ 440.970,00 também para seu aparelhamento.

Segundo o prefeito de Macapá, Clécio Luís, o senador senador Randolfe Rodrigues auxilia sua administração com emendas desde o início da gestão. Desta forma, a atual administração vem mudando para melhor a realidade do atendimento ao cidadão macapaense.

De acordo com o congressista, a aplicação dos recursos na Saúde é uma luta constante de seu mandato.

“Temos o compromisso de melhorar a vida dos amapaenses, dando-lhes condições de acesso a um serviço público digno. Com mais esta emenda, chega a nove o número de UBSs da capital que receberam recursos alocados pelo nosso mandato. É nosso dever aparelhar a administração pública para melhor atender aos cidadãos que aqui residem”, frisou Randolfe Rodrigues.

UBS reformada com emenda do enador Randolfe em Macapá

Senadores Randolfe e Davi acompanham Clécio em visita a passarelas que serão revitalizadas

Senador Randolfe Rodrigues, Clécio e o senador Davi em foto com demais pessoas da comitiva

Uma comitiva formada pelos senadores Randolfe Rodrigues (REDE-AP) e Davi Alcolumbre (DEM-AP), além do deputado federal André Abdon (PP-AP), acompanhou na última sexta-feira (26), o prefeito de Macapá, Clécio Luís, em visita a passarelas do bairro Nova Esperança, na capital amapaense. A vistoria ocorreu nas ruas Antônio Coelho de Carvalho e Henrique Galúcio.

Durante a inspeção, que também contou com a presença do deputado estadual Paulo Lemos (Psol-AP), secretários municipais Moisés Rivaldo e Evandro Milhomen, além de lideranças comunitárias, foi constatada a precariedade das pontes. A recuperação das passarelas deterioradas serão executadas com recursos provenientes de emendas federais, destinadas pelos parlamentares presentes na visita.

Os bairros Jardim Marco Zero, Muca, Araxá, Beirol e Nova Esperança; na zona sul e São Lázaro e Perpétuo Socorro, na zona norte, serão contemplados nesta primeira etapa do plano de recuperação das vias da Prefeitura. Cerca de 8 km de passarelas serão reformadas nesta fase.

De acordo com o prefeito Clécio, na primeira etapa dos serviços de revitalização serão usados recursos alocados pelo senador Davi e deputado André Abdon, na ordem de R$ 4 milhões, para reforma de 8 km de passarelas, todas construídas em madeira de lei.

Clécio Luís disse ainda que, após o final da licitação para a segunda fase do projeto, o município contará com emendas do senador Randolfe, na ordem de R$ 1 milhão, para reformas de passarelas nos bairros Araxá, Pedrinhas e Aturiá.

O prefeito ressaltou a importância da fiscalização da comunidade para a conservação das passarelas após a revitalização e o apoio fundamental dos parlamentares federais para a efetivação das obras. Os serviços começarão em 60 dias e beneficiarão milhares de famílias em Macapá.

Senador Randolfe, o prefeito Clécio e o Senador Davi conversam com moradores

O senador Davi Alcolumbre ressaltou a importância de organizar espacialmente esses locais para levar qualidade de vida a essas famílias.

Para o senador Randolfe Rodrigues , destinar recursos para a gestão de Clécio Luís é a certeza do bom emprego do dinheiro público. Sem investimentos há 10 anos, a situação das passarelas é precária. Por isso a destinação de recursos para a construção de novas vias e assim resolver é um dos maiores problemas de Macapá. Além disso, a mão de obra usada será da própria comunidade onde estão as passarelas.

“Fico muito feliz em participar deste processo de revitalização de passarelas nas áreas de ressaca. É nosso dever melhorar a qualidade de vida das pessoas. Já que não podemos retirá-las e nem aterrar estes locais, precisamos investir recursos em madeira de qualidade para que as pontes tenham durabilidade e ajudem no resgate da dignidade dos cidadãos que residem nestes pontos da capital amapaense”, pontuou Randolfe Rodrigues.

Senador Randolfe participa de Seminário “Foro Privilegiado em Debate”, em Macapá

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O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) participou nesta sexta-feira (26), no auditório do Cartório da 10ª Zona Eleitoral de Macapá, do seminário “Foro Privilegiado em Debate”. O evento, realizado pela Faculdade de Macapá (FAMA) esclareceu e debateu o fim do Foro Privilegiado, aprovado em 1ª turno no Senado Federal e de relatoria do congressista amapaense.

Centenas de acadêmicos de Direito, presentes no evento, receberam explicações sobre como funciona o Foro Privilegiado. Também fizeram explanações do seminário o senador João Capiberibe (PSB-AP) e o advogado criminalistas Maurício Pereira.

Durante o debate, Randolfe Rodrigues, que é Bacharel em Direito, discorreu sobre a história da Justiça Brasileira, explicou aos acadêmicos os motivos pelos quais o Foro Privilegiado precisa acabar no Brasil, único lugar do mundo onde o benefício existe.

“Acabar com o Foro ajudará a combater a corrupção, já que o direito blinda autoridades da administração pública contra o julgamento na Justiça, pois o benefício tornou-se, sob o pretexto de assegurar a independência das autoridades, sinônimo de impunidade”, salientou o senador.

Durante sua argumentação, Randolfe Rodrigues ressaltou que 54.990 autoridades federais e estaduais possuem Foro Privilegiado no Brasil. O congressista destacou que somente no Supremo Tribunal Federal (STF), 125 inquéritos estão abertos contra pessoas com o referido benefício e que o STF não foi criado para apreciar todos estes casos de corrupção e sim situações extremas de uma suprema corte, assim como nos Estados Unidos.

“Esta mudança constitucional visa a igualdade jurídica e para deixarmos nossa Suprema Corte fazer este trabalho, pois o STF não deveria ser um tribunal penal. Esperamos que nesta semana que virá, seja aprovada em segundo turno no Senado Federal a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 10/2013) que extingue o foro privilegiado. Sem pressão social, nosso relatório não será aprovado. Portanto, é preciso que todos se manifestem nas redes sociais. Serão necessários pelo menos 60 senadores e senadoras para conseguirmos os 49 votos necessários”, frisou Randolfe Rodrigues.

Durante Sessão no Congresso, senador Randolfe ressalta que uso das Forças Armadas é inconstitucional

O senador Randolfe Rodrigues (REDE-AP) apresentou, nessa quarta-feira, 24, Questão de Ordem ao Plenário do Senado Federal, questionando o Decreto Presidencial que autoriza o uso das Forças Armadas para garantia da lei e da ordem em virtude das manifestações em Brasília, com fundamento na Constituição Federal, que determina que tal medida só poderia ser tomada com a autorização do Congresso Nacional.

O congressista pediu ao presidente da casa, senador Eunício Oliveira (PMDB-CE), que suspenda o emprego do Exército por ser ilegal nas atuais condições e ferir a Constituição Brasileira.

Durante seu pronunciamento, Randolfe explicou que o emprego do Exército pode ocorrer somente na defesa do país ou em situações em que estiverem esgotados os instrumentos de segurança para com as instituições do Brasil.

“O senhor presidente da República editou um decreto de Estado de Defesa para o uso das Forças Armadas, mas para ser válido, é necessário que o Congresso Nacional seja convocado com 24 horas de antecedência. Neste grave momento da história do Brasil, o senhor, presidente do Senado Federal, encerre esta sessão, reúna o Congresso Nacional e suste este decreto. Não temos instabilidade institucional, a única a ameaça para o país é a permanência de Michel Temer na presidência”, enfatizou o senador Randolfe Rodrigues.

Assessoria de comunicação do senador Randolfe Rodrigues.

Randolfe pede impeachment de Temer e cassação de Aécio

Senador Randolfe Rodrigues da Rede Amapá parlamentares Psol entregam documento que pede impeachment de Temer e a Cassação de Aécio Neves

Diante de toda a crise política ninguém ficou alheio aos acontecimentos e o noticiário foi claro ao mostrar o silêncio da grande parte dos políticos brasileiros. Estavam calados, vendo atrás da porta, pelo rabo do olho, o desenrolar dos fatos. Ainda na quarta-feira (17), por volta das sete da noite, quando a notícia contra Michel Temer vazou, houve um esvaziamento imediato no plenário do Senado Federal. Na Câmara dos Deputados, nem tanto. Lá houve até grito de guerra: “Diretas Já”. Esse barulho se reproduziu nos arredores da Praça dos Três Poderes onde eleitores ocuparam a frente do Palácio do Planalto.

Enquanto isso, um gabinete do Congresso Nacional passava a noite em claro, o do Senador Randolfe Rodrigues (REDE-AP). A assessoria jurídica se debruçou sobre as provas contidas na denúncia e na Constituição Federal para elaborar o pedido de impeachment de presidente e a cassação do senador Aécio Neves.

Às dez da manhã dessa quinta, Randolfe foi à Secretaria Geral da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados protocolar o pedido de afastamento de Temer por Crime de Responsabilidade (Impeachment);

Na argumentação jurídica está escrito “Face o quadro exposto, torna-se cristalino o abuso de prerrogativas por parte do DENUNCIADO, na medida em que o Sr. Presidente se valeu do seu cargo público, sua envergadura institucional e sua influência e trânsito sobre as estruturas de Estado para favorecer-se, obstar a sua própria responsabilização criminal e a de terceiros aliados. A torpeza da conduta salta aos olhos e merece condenação mesmo diante do mais frouxo parâmetro de probidade que se tenha em conta”.

Depois de protocolado, caberá ao presidente da Câmara, dep. Rodrigo Maia, aceitar o pedido e encaminhar o processo de impeachment.

Algumas horas depois, Randolfe junto com o deputado Alessandro Molon (REDE-RJ), e outros parlamentares do PSOL, foram ao Conselho de Ética do Senado Federal protocolizar uma representação pedindo a cassação do senador Aécio Neves (PDDB-MG) por corrupção passiva e provável prática de lavagem de dinheiro.

“O recebimento e o ocultamento de numerário em espécie, em mala de dinheiro, em quantia não declarada e decorrente de favorecimento, benefício indevido a um Senador da República, demonstra que o ímpeto criminoso do representado, que teria praticado o crime de lavagem de dinheiro se valendo de empresa de colega senador para o pagamento de serviços advocatícios, o que sequer foi demonstrado. Ou seja, o representado recebeu vantagem indevida para o favorecimento pessoal buscando ludibriar até mesmo o corruptor” argumento o documento entregue ao Conselho de Ética”.

Ao final da tarde, um boato de que Temer renunciaria fez o clima ficar atiçado na Casa. No entanto, em cadeia nacional, o presidente apenas se defendeu e disse que não renunciaria.

“Era nosso dever pedir ir o impeachment. O processo é traumático e demorado, mas é necessário porque o governo de Michel Temer acabou no ato dessa denúncia, ou seja, na quarta-feira. Não existe condição alguma de continuar. Sobre o senador Aécio, também entendemos que não existe condição alguma para que ele continue exercendo o cargo. O Conselho tem que ser instalado imediatamente, não há como o presidente do Senado não despachar para os líderes indicarem os membros do Conselho e tudo começar a ser apurado já”, disse Randolfe em entrevista coletiva aos jornalistas.